sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Texto de Marie-Christine Josso

autora ressalta narrações de vida e suas contribuições no processo formativo através das formas e sentidos de uma existencialidade singular-plural. O conhecimento de si e a auto-orientação permite o individuo usar a criatividade. De acordo com o texto a formação no conceito de reflexão sobre a história de vida valoriza a concepção simultânea singular e sócio-cultural marcada de identidade para si. Essa identidade é construída no coletivo, quando trago elemento do outro ou no singular a partir da própria existência . Sabemos que o novo conhecimento ancora-se em outro já existente antes de ir para escola, e as aprendizagens ao longo da vida podem ser: relacionais, instrumentais e reflexivas. somos seres vivos específicos, pensantes, ativos na sociedade e conscientes sujeitos a transformações em decorrência das circunstâncias da vida. Apesar de cada pessoa  ser unica, somos ser global minha ação reflete no outro e vice-versa, como vimos no filme por causa de certas atitudes do outro a vida daquelas senhoras passaram por grandes mudanças. Também somos ser de carne e interiormente temos sentimentos, emoções e afetividade, para tomar uma decisão ou agimos pela razão( cognição) ou pela emoção(sentimento).
Portanto percebemos a relevância das narrativas de vida para a formação pessoal e profissional tanto na singularidade de cada ser ou na pluralidade das interações sócio-cultural. Sobre as narrativas Josso afirma que: "A narrativa de vida é uma ficção baseada sobre fatos reais, e que essa narrativa ficcional que permitirá, se a pessoa se mostra capaz de enfrentar esse risco, a invenção de um si mesmo autêntico." (JOSSO, p.28)

Referência:

JOSSO, Marie-Christine. As narrações centradas sobre a formação durante a vida 
como desvelamento das formas e sentidos múltiplos de uma existencialidade 
singular-plural. Revista FAEEBA – Educação e Contemporaneidade. Salvador, v. 17,
 n. 29. p. 17-30, jan./jun. 2008.

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