O componente curricular abordagens autobiográficas, fez com que voltasse ao passado e recordasse de algo vivenciado quando estudava na educação infantil, lembrei-me quando na hora do recreio com algumas colegas íamos brincar na casa de uma delas perto da igreja onde as salas funcionava como escola, brincávamos de esconde-esconde, brincadeira para além do divertimento contribuiu para o meu desenvolvimento e dentre outras coisas propiciou minha interação com as colegas. Como afirma Oliveira a respeito da brincadeira:
A brincadeira é o recurso privilegiado de desenvolvimento da criança pequena por acionar e desenvolver processos psicológicos – particularmente a memória e a capacidade de expressar elementos com diferentes linguagens, de representar o mundo por imagens, de tomar o -----ponto de vista de um interlocutor e ajustar seus próprios argumentos por meio do confronto de papéis que nele se estabelece, de ter prazer e de partilhar situações plenas de emoção e afetividade. (OLIVEIRA, 2005, p.231).
Ao refletir como me ensinaram na infância, não me lembro do trabalho pedagógico das minhas professoras da infância, apenas recordo da atividade de colar bolinha no papel, as brincadeiras do recreio lembrei, mas se acontecia no momento da aula não posso afirmar. O processo de alfabetização da criança não deve focar apenas no aprender a ler e escrever como um processo de decodificação, mas é preciso que o professor trabalhe o cuidar e o educar das crianças para propiciar o desenvolvimento motor, intelectual, afetivo e emocional contribuindo na formação de crianças saudáveis e felizes.
OLIVEIRA, Zilda Ramos
de. Educação Infantil: Fundamentos e
métodos. - 2ª ed. – São Paulo: Cortez, 2005.