quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Filme: Colcha de Retalhos e o Texto: O eu, o outro e as diferenças individuais e culturais





FICHA TÉCNICA
Diretor: Jocelyn Moorhouse
Elenco: Winona Ryder, Anne Bancroft, Ellen Burstyn, Kate Nelligan, Alfre Woodard, Kate Capshaw, Adam Baldwin, Dermot Mulroney, Jean Simmons, Rip Torn, Jared Leto.
Produção: Laurie MacDonald
Roteiro: Jane Anderson
Fotografia: Janusz Kaminski
Trilha Sonora: Thomas Newman
Ano: 1995
País: EUA
Gênero: Romance
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida

Sinopse:  Winona Ryder é Finn, uma garota prestes a se formar e confusa com os rumos de seu noivado e que se refugia na fazenda da avó (Ellen Burstyn), que mora com a irmã Jo (Anne Bancroft). É tradição por lá que as mulheres teçam colchas de retalho como presente de casamento. E enquanto elas se dedicam a atividade, relembram antigas histórias de relacionamentos amorosos.

Percebe-se nesse filme que as senhoras enquanto refletiam suas histórias de vida teciam uma colcha com o fato que as marcaram em uma experiência amorosa.  Geralmente a história de uma relacionava-se com a outra até mesmo em casos de traição entre as pessoas da família. Ao contar esses acontecimentos nota-se a presença do outro na vida daquelas mulheres quer em situação alegre ou triste, pois como seres vivos vivemos em sociedade marcada por diferenças sociais e culturais, que devem ser respeitadas, principalmente no espaço escolar, extensão das aprendizagens obtidas no cotidiano familiar, um local favorável para aprendizagem e que contribuí para formação da identidade do sujeito. O texto ressalta que: na dinâmica da vida e nas histórias tecidas no nosso cotidiano que aprendemos nas dimensões existenciais e experienciais sobre nós mesmos, sobre os outros e sobre o meio em que vivemos. Os acontecimentos de nossas vidas contribuem para formação de nossa identidade. Como ocorreu no filme ao longo da existência aquelas mulheres construíram aprendizagens e experiencias.
O processo de formação da nossa identidade envolve aspectos subjetivos e complexo, temos que fazer diversas escolhas no percurso da vida e a participação do outro é relevante para o eu em construção, que transforma aquilo que foi vivenciado em elementos formativos.
O professor da disciplina pediu para confeccionarmos uma cocha de retalho a partir da reflexão de fato importante da época que estudamos na educação infantil, iríamos pintar a memória em um pedaço de tecido e depois juntaria todos os desenhos formando assim a colcha com as pinturas de nossa infância. O fato que eu lembrei e considerei importante foi a brincadeira de esconde-esconde, a qual representei no retalho em através da pintura. Então a memória da minha infância permitiu refletir o que é ser criança, e que tipo de coisa ela gosta de fazer, ressalto gosta e tem prazer em brincar.
A escolha do meu desenho a respeito de uma brincadeira remete ao tema do nosso projeto de estágio: Brincando com meio ambiente, o qual relacionou brinquedos e brincadeiras com questões sustentáveis, contribuindo para desenvolvimento prévio da criança acerca do lixo, do seu destino, da necessidade de reutilizá-lo para conviver de forma sustentável com o meio ambiente. A seguir apresento a foto das memórias da infância da turma 2010.1 do curso de Pedagogia, da UNEB - Campus XVI. 




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REFERÊNCIA:


SOUZA, Elizeu Clementino. O eu, o outro e as diferenças individuais e culturais. In Espaços de encontro: Corporeidade e ConhecimentoMinistério da Educação. Boletim 7, maio 2005.


http://www.cineclick.com.br/filmes/ficha/nomefilme/colcha-de-retalhos/id/8850 Acesso em 03/01/2013.

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