O texto aborda questões além da racionalidade
técnica, deve-se considerar a racionalidade sensível incorporando a vida
dos sujeitos em toda a sua complexidade existencial como componente
imprescindível no processo formativo. A pesquisa da autora sobre as histórias
de vida dos professores brasileiros e portugueses por meio de biografias
educativas constituiu-se no processo de tematização da própria vida como espaço
de tempo de formação docente. A história de vida precisa fundamentar em uma
teoria sólida.
Somos sujeitos
históricos, construímo-nos a partir da relação que estabelecemos conosco, com o
meio e com os outros, por meio dessa interação humana produzimos e partilhamos
conhecimento. De acordo com o texto as experiências formadoras são
significativas e da sentido a vivência, transformam os inscritos na memória,
não só como narrativas descritivas, mas como recriação e reconstrução da
história. Para Bragança, formar-se é dar uma forma o que significa pôr em
conjunto elementos diversos que podem ser contraditórios, essa produção de
unificação, de unidade desenrola segundo uma dinâmica de produção de si. No que
diz respeito a identidade individual ou coletiva é relativa aos diversos papéis que cada um exerce ao longo de sua trajetória de vida, nesse processo a memória
é um elemento constituinte da identidade.
REFERÊNCIAS
BRAGANÇA, Inês Ferreira de Souza. Sobre o conceito de formação na abordagem (auto)biográfica. Disponível em http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/viewFile/8700/6352 acesso em 02/01/13
Disponível em: http://www.grupovozes.com.br/professores.php.htm Acesso em 03/01/2013.
Nenhum comentário:
Postar um comentário